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Monumentos

Tombada como patrimônio histórico, o centro da cidade de Pirenópolis mantém ainda os casarões do século XVIII, igrejas e museus, aninhados sobre ruas de pedras quartzíticas e debruçados sobre o límpido Rio das Almas. É realmente encantadora!

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

Símbolo da tradicional cultura pirenopolina, esta majestosa e monumental igreja tem sob a sua vetusta edificação o retrato da história: do fausto aurífero. Considerada como o maior e mais antigo monumento histórico de Goiás, passou pelo abandono, a revalorização histórica, o infeliz incidente crepitante e, mais uma vez, sua reconstrução.

A igreja está aberta à visitação aos sábados, domingos, segundas-feiras, quintas-feiras e sextas-feiras, das 07:00 às 11:00 h; e das 13:00 às 17:00h. Terça e quarta é fechado. Cobra-se, a título de manutenção uma taxa de R$1,00.

Construída entre 1728 e 1732, esta igreja, considerada o maior e mais antigo monumento histórico de Goiás, já foi palco, e berço, de parte significativa da história e da arte da população goiana.

Tombada em 1941, como patrimônio nacional, somente em 1997 passou por uma restauração significativa, com técnicas adequadas ás normas internacionais de preservação.

Em 5 de setembro de 2002, apenas três anos após o término da restauração, a Matriz pegou fogo, destruindo em poucas horas o que, a custo, preservou-se durante séculos.

Sensibilizados pelas perdas, a sociedade se mobiliza para mais este desafio, reerguer as taipas e refazer esta santa casa, que tanto significa para a história do povo goiano.

Igreja de Nosso Senhor do Bonfim

Construída entre 1750 e 1754 por iniciativa do sargento-mor Antônio José de Campos, que em 1755 trouxe da Bahia, num comboio que contava com 260 escravos, a imagem que está no retábulo-mor, de Jesus crucificado, em talha de madeira e tamanho natural.

Ainda no interior dessa igreja, temos mais dois altares dedicados a Santa Luzia e Santa Bárbara. O trabalho artístico é bem simples: somente o retábulo-mor é que possue algum requinte em sua talha e um pouco de douração, já bastante desgastada pelo tempo. Os outros dois são ornados com pinturas que imitam colunas com capitéis.

A configuração do espaço interno é semelhante às outras igrejas do período: com nave, capela, coro, duas torres, sacristia e consistórios laterais. Um elemento interessante que esta igreja ainda possui e o púlpito, que em muitas outras foi destruído após a não mais utilização deste recurso nas missas. Este servia para que o pároco desse um sermão na língua nativa, uma vez que as missas eram em latim, e também para a leitura do evangelho.

Ainda encontramos nesta igreja, uma imagem de roca do Senhor dos Passos, que é Jesus carregando a cruz. Há quatro sinos, 2 destes sinos foram construídos em 1803 por Manoel Cotrim, fundidor de sinos famoso em Goiás. Um outro é de 1886 (a inscrição está meio apagada), de excelente sonoridade, premiado com selo do Imperador D. Pedro II. E outro, o mais velho, de 1756.

Seu sistema construtivo é em taipa-de-pilão, barro socado dentro de formas na própria parede, numa estrutura de madeira (tipo gaiola) que sustenta o telhado, composto por telhas de barro tipo coxa. O monumento foi tombado pelo IPHAN em 1988 e fica em cima de uma colina donde avista-se o centro histórico, vale do Rio das Almas e morros circundantes. Com destaque para um belo pôr do sol.

Igreja muito querida pela comunidade, é costume da população pedir a benção do Senhor do Bonfim antes de viagens, casamentos e do início de algumas manisfestações folclóricos-religiosas, como as Cavalhadas e a Folia do Divino. E ao retorno destas viagens ou manifestações também.

A igreja é usada para cultos esporádicos, casamentos e batizados, além de ser a única igreja do período cololnial aberta a visitação pública. Vale a pena visitá-la, com poucas alterações ela ainda guarda a originalidade de antanho.

Teatro de Pirenópolis

Construído em 1899, por iniciativa particular, foi totalmente reformado em 2000 e hoje está aberto para shows, recitais, peças e espaço para eventos. Construído por iniciativa do lavrador Sebastião Pompeu de Pina, que contou com a ajuda da comunidade, através alimentos, roupas e animais doados para serem leiloados, e da esposa, que vendeu biscoitos para arrecadar dinheiro para sua construção. Demorou doze anos para ser erguido, sendo fundado em 1999.

Seu estilo construtivo é híbrido, luso-brasileiro, com estrutura de madeira aparente e paredes de adobe. Por décadas foi intensamente utilizado, para apresentações de óperas, danças e peças teatrais. Naquele tempo, início do século XX, as peças, principalmente as operetas, duravam várias horas com vários atos, entre um ato e outro, enquanto se preparava o palco, as famílias se entretiam trocando quitandas, cafés, lanches e bebidas. Crianças dormiam em colchões improvisados e músicos afinavam seus instrumentos.

A partir de 1945, o Teatro de Pirenópolis passou a funcionar como cinema, depois como serraria, fábrica de móveis e casa comercial. Chegando a virar bar, garagem e armarinho.

Em 1979, a Fundação Cultural do Estado de Goiás comprou o prédio, que o restaurou. Tombado como patrimônio em 1988, somente em 1990 é que voltou a funcionar como teatro, sendo interditado em 1997 por perigo de desabamento, quando iniciou-se um amplo trabalho de restauração e reforma.

A restauração, concluída em 1999, comemorando o centenário de sua fundação, conservou a fachada, a estrutura e a volumetria original, introduzindo vários recursos técnicos que adaptaram e modernizaram sua estrutura interna, dando melhores condições técnicas aos atores e maior conforto à platéia. As poltronas da platéia foram acolchoadas, assim como sua declividade aumentada. Foram instalados sistemas de isolamento acústico, de exaustão e ventilação; equipamentos para acústica, como rebatedores e mudança no alinhamento de paredes. E foram instalados equipamentos de som e luz, além de camarins, oficinas e depósitos sob o palco, entre outros.

Em 2003, foi instalado um ar condicionado, uma vez que os sistemas de ventilação e exaustão não funcionaram a contento.

Hoje, o teatro conta com 160 poltronas na platéia, mas, com o uso do mezanino, há a possibilidade de acomodar até 230 pessoas; Palco de 7 x 7 m (49 m2) e 4,5 de altura (vão). Ciclorama no palco e camarim subterrâneo comum; Ar condicionado; Foyer; sistema de som e luz.

Para agendar o espaço para eventos culturais telefone para (62) 331 2029.

Casa de Câmara e Cadeia

Este prédio, considerado monumento histórico do acervo de Pirenópolis, apesar de não ser do período colonial, foi construído em 1919 como réplica do original que existia ao lado da Igreja Matriz. Até 1999, o robusto sobrado, por incrível que pareça, ainda funcionava como Casa de Câmara e Cadeia, onde no pavimento superior estava instalada a Câmara Legislativa Municipal e no inferior a Cadeia Pública.

Em 1999, a Câmara deixa o prédio, que já se encontrava em péssimo estado de conservação, e o pavimento superior acabou sendo ocupado provisóriamente pelo Corpo de Bombeiros, que logo o desocupa e ficando, ainda, o pavimento inferior como Cadeia. Em dezembro de 2005, a cadeia deixa o prédio e ele entra em processo de restauração pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Ao iniciar a restauração, o IPHAN encontra o prédio em péssimo estado, paredes e parte do telhado estavam prestes a ruir, o soalho de madeira do pavimento superior estava apodrecido e, por se tratar de uma cadeia, as janelas haviam sido parcialmente obstruídas com tijolos, a rede de água e luz estavam péssimas e o esgoto, no caso fossas negras, eram subdimensionadas. O projeto de restauração gastou 240 mil reais dos cofres federais, recurso do próprio IPHAN, e efetuou várias modificações: as 4 celas externas ao prédio e o pátio foram transformados em banheiros, cozinha e jardim. Internamente, no piso inferior, uma parede foi eliminada unindo 2 das 3 celas que existiam, formando uma ampla sala. O acesso ao pavimento superior foi modificado, ao invés da entrada externa, lateral, como uma íngreme escada de madeira sem corrimão, como havia, foi substituída a porta externa por janelas com grades e uma escada de madeira menos íngrime com corrimão de ferro. A novidade é um rústico elevador, justa exigência legal para portadores de deficiências e idosos

Cine-Pireneus

Construído em 1919, originalmente em estilo neo-clássico, como teatro, foi reformado em 1936 no estilo art-decô, para funcionar como cinema.

Ponte sobre o Rio das Almas

Construída em 1946, no mesmo estilo da antiga, que era toda de madeira, é ponto de visitação pela beleza do lugar. Abaixo dela, um balneário público.

Museu da Família Pompeu

Museu particular onde encontramos utensílios e artefatos do cotidiano colonial. Visitação somente para grupos e agendada.

Museu das Cavalhadas

Museu particular com rico acervo sobre as Cavalhadas, folclore típico de Pirenópolis.

Ruas e casarões coloniais

Retrato vivo da história de Goiás, o centro histórico preserva a arquitetura do período colonial.

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Como chegar?

Coordenadas

Latitude: 15º57' 16.64'S
Longitude: 48º56' 18.27'O

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